segunda-feira, 31 de outubro de 2011

DE PONTA A PONTA

A mulher risonha
que ri e sonha
Jamais esquece
o que acontece
Quando se “perde”
e, quando se encontra,
Retoma a conta
de ponta a ponta.

Se o Sol desponta,
ela levanta
E sai à procura,
na noite escura,
de SOL-idão.

A solitária
mulher da rua
não anda nua
nem anda em vão.
Ela envia
sua mensagem
pela paisagem
desta cidade.

Durante a idade
fabrica doce
como se fosse
confeitaria.

A mulher que ria
ainda não chora
Nem vai embora
saber do sono,
Porque seu “dono”
a quer desperta
E santa e certa,
mas ela diz
-- A ser feliz
no mundo louco,
que pouco a pouco
me deixa Louca,
prefiro a “boca”
da MERETRIZ!

José Laércio Verza

Nenhum comentário:

Postar um comentário