COMPONDO SONHO
Preciso compor, urgente
um poema bem bonito
pra lhe dizer novamente
que te amo muito mais
cada vez que você volta
Linda (mente) pros meus braços
sugerindo nova PAZ.
Preciso compor, urgente
uma canção bem bonita
pra cantar aos teus ouvidos
nas manhãs de Primavera
que você é a flor mais linda
cujo perfume exótico
embriaga a atmosfera
e perfuma o meu AMOR.
Preciso compor, urgente
um jardim ao meio-dia
pra plantar a Alegria
que você sempre me traz.
Preciso compor canções,
poemas e até jardins -
mas do que eu preciso mesmo
é de você perto de mim!
Ei-lo, meu poeminha, querendo
te conquistar!
terça-feira, 20 de dezembro de 2011
Este singelo poeminha eu escrevi para o César e o Eugênio, há cerca de 30 anos...
G I R A S S O L
Um girassol
inventa
o Sol
Num dia claro,
de manhã...
Inventa homens
e seus pássaros
e atrai a todos
como um ímã
(talismã)
Um girassol
inventa
o Sol
Num dia claro,
de manhã...
Inventa homens
e seus pássaros
e atrai a todos
como um ímã
(talismã)
quinta-feira, 15 de dezembro de 2011
Essa é véia!!!
PÁSSARO DE VIDRO
O pássaro sereno
que come a Aurora
atrasa os homens
que estão por nascer.
O pássaro Vadio
voa da Catedral do Nada
ao Paraíso
e alcança o Infinito
através da Palavra,
entre as luzes da Razão,
nas plumas do I r r e a l.
Sonha com frequência
a amplitude do Universo,
mas acorda recostado
à sombra de um pé-de-maçã
que é feito de vários
números, cérebros, ilusões...
O pássaro telepático
perturba o sono das árvores
e assume a Liberdade
ao sair do Libirinto
que foi chamado de
T E M P O.
O pássaro sereno
que come a Aurora
atrasa os homens
que estão por nascer.
O pássaro Vadio
voa da Catedral do Nada
ao Paraíso
e alcança o Infinito
através da Palavra,
entre as luzes da Razão,
nas plumas do I r r e a l.
Sonha com frequência
a amplitude do Universo,
mas acorda recostado
à sombra de um pé-de-maçã
que é feito de vários
números, cérebros, ilusões...
O pássaro telepático
perturba o sono das árvores
e assume a Liberdade
ao sair do Libirinto
que foi chamado de
T E M P O.
sexta-feira, 9 de dezembro de 2011
DISTÂNCIA
Meu amor anda distante,
sonhando jardins suspensos,
ao passo que seu amante
sobrevive de silêncio.
Meu amor anda distante...
Meu amor está tão perto
que nem precisa dizer nada
pra que eu saiba, no deserto,
interpretar sua palavra.
Meu amor está tão perto...
Meu amor anda ausente,
alheio a tudo que quero,
pois parece que nem sente
o tempo em que desespero.
Meu amor anda ausente...
Meu amor anda tão longe
do que eu transformo em carinho,
que às vezes até se esconde
e me deixa aqui sozinho.
Meu amor anda tão longe...
Meu amor anda onde quer,
negando abraço e beijo,
mas no dia em que eu quiser
satisfará meu DESEJO?
Meu amor anda onde quer...
Meu amor anda distante,
sonhando jardins suspensos,
ao passo que seu amante
sobrevive de silêncio.
Meu amor anda distante...
Meu amor está tão perto
que nem precisa dizer nada
pra que eu saiba, no deserto,
interpretar sua palavra.
Meu amor está tão perto...
Meu amor anda ausente,
alheio a tudo que quero,
pois parece que nem sente
o tempo em que desespero.
Meu amor anda ausente...
Meu amor anda tão longe
do que eu transformo em carinho,
que às vezes até se esconde
e me deixa aqui sozinho.
Meu amor anda tão longe...
Meu amor anda onde quer,
negando abraço e beijo,
mas no dia em que eu quiser
satisfará meu DESEJO?
Meu amor anda onde quer...
sexta-feira, 2 de dezembro de 2011
DIVALDO PEREIRA FRANCO - ORADOR ESPÍRITA BAIANO
A EDUCAÇÃO PARA A PLENITUDE DO SER
Narra-se que o extraordinário orador ateniense Licurgo
um convite para falar sobre a educação. Depois de haver reflexionado,
o mestre da oratória solicitou à comissão que lhe concedesse seis meses
para preparar o tema.
Na oportunidade estabelecida, no imenso anfiteatro de Atenas, Licurgo
apresentou-se, levando algumas jaulas, nas quais estavam dois cães e duas
pequenas lebres.
Antes de emitir qualquer conceito, o admirável filósofo, que era psicó-
logo, abriu uma das jaulas e libertou uma lebre; ato contínuo, abriu outra jaula
e libertou um mastim. O cão desesperado saiu em desabalada correria e,
caçando a lebre, surpreendeu-a, estraçalhando-a, diante da multidão comovida.
Ainda não terminara aquele impacto perturbador, quando Licurgo abriu
1, recebeu oportunamente uma outra jaula e libertou outra lebre, abriu ainda mais uma e libertou outro
cão. Dominadas pela cena grotesca de antes, as pessoas aguardavam que
se repetisse a cena deprimente. Para surpresa geral, o cão acercou-se da
lebre e começou a brincar com solidariedade. A pequenina lebre também, por
sua vez, acercou-se do animal e começou a lamber-lhe as patas e, como dois
amigos, estiveram deitando e rolando no solo.
Ante a emoção que tomou conta de todos, Licurgo começou a sua peça
de oratória dizendo:
a mesma alimentação. A diferença entre o primeiro e o segundo é que o
segundo foi EDUCADO, o primeiro, não.
Aí estava demonstrada, de maneira incontestável, a excelência da EDUCAÇÃO.
- Os dois cães são da mesma raça, têm a mesma idade, receberam
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